sábado, 9 de abril de 2016

BMW desafia Uber nos EUA com serviço de reserva de motorista

BMW planeja oferecer um serviço de reserva de motoristas em Seattle e depois em outras cidades dos EUA, tornando-se a primeira fabricante de automóveis de luxo a entrar no páreo com a Uber.
O serviço de chofer ReachNow permitirá aos usuários reservar motoristas no âmbito de um serviço de compartilhamento de veículos BMW, a empresa informou na sexta-feira.
É a primeira expansão da montadora alemã em serviços amplos de mobilidade, com uma rede de veículos compartilhados que podem ser reservados via aplicativo.
Os serviços visam “tornar a vida nas ruas mais fácil para as pessoas nas grandes cidades”, afirmou em comunicado Peter Schwarzenbauer, que comanda as marcas Mini, Rolls-Royce e de motocicletas da BMW AG, além de supervisionar o compartilhamento de automóveis.
O objetivo do ReachNow é oferecer “mobilidade quando necessária, a partir de uma única fonte”.
A BMW lançará o serviço ReachNow em Seattle com o compartilhamento de carros que já funciona sob a marca DriveNow em cidades europeias.
A ideia então é expandir as opções para incluir um serviço parecido com o de um táxi antes do fim do ano. No mês passado, a companhia informou que considerava um serviço de luxo de compartilhamento de caronas, após uma revisão estratégica que colocou os serviços de mobilidade no centro dos negócios no futuro.
A frota em Seattle terá 370 veículos, incluindo carros elétricos i3 e da marca Mini, além de automóveis BMW.
O empreendimento é uma parceria com a RideCell, uma empresa iniciante de tecnologia na qual a BMW tem participação minoritária desde 2014.
Os serviços incluem a entrega de veículos a clientes com muita bagagem, migração descomplicada de viagem espontânea para aluguel de longo prazo do veículo e a opção, ainda sujeita a testes técnicos, de alugar veículos privados para um grupo seleto por um período definido.

Uber vai pagar US$ 10 milhões em acordo sobre antecedentes de motoristas


Da redação ... 08/04/2016 ... Convergência Digital
A Uber fechou um acordo com as cidades de San Francisco, sua base, e Los Angeles, na Califórnia, para encerrar processos que acusam a empresa de não cumprir com a promessa de ampla checagem sobre antecedentes criminais dos motoristas cadastrados no aplicativo.
Para tanto, a empresa vai pagar US$ 10 milhões (cerca de R$ 36 milhões). O valor pode incluir outros US$ 15 milhões caso a empresa não cumpra os termos do acordo nos próximos dois anos. Por motivo semelhante, outro aplicativo de comunicação entre motoristas e passageiros, o Lyft, teve que pagar US$ 250 mil (cerca de R$ 900 mil).
Os promotores de San Francisco e Los Angeles abriram o processo contra a Uber ainda em 2014, alegando que as checagens de antecedentes feitas pela empresa seriam inferiores àquelas impostas a taxistas – especificamente por não incluir checagem de impressões digitais relacionadas a condenações judiciais. Segundo eles, a checagem da Uber bate nomes de motoristas contra bases de dados criminais e do departamento de trânsito.